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. Hospedagem na Chapada dos Veadeiros
   Alto Paraíso de Goiás (GO)
. Rua Coleto Paulino, 732
   CEP 73.770-000
   Fone (62) 3446-1200

Bem-vindo ao site da Pousada Rubi

Conforto e Harmonia no Cerrado

 

 

Hospede-se com Conforto e Harmonia

Trata-se de um lugar para pouso com harmonia e conforto, composto de 10 (dez) suítes com TV, FRIGOBAR, INTERNET, ÓTIMO CAFÉ DA MANHÃ , ESTACIONAMENTO e, ainda, em especial, um magnetismo adequado à energia da Chapada. Assim, hospedando-se na Pousada Rubi, segurança e conforto estão assegurados na Chapada dos Veadeiros

 

A Chapada dos Veadeiros

É o ponto de maior luminosidade visto da órbita da Terra, segundo a NASA, possuindo o mais antigo patrimônio geológico do continente, a placa Araí, formada há 1 bilhão e 800 milhões de anos.

Área de beleza inigualável, apresenta suas peculiaridades tanto no período de seca, como no de chuvas, atraindo as pessoas  pelo misticismo e ecoturismo, pois é famosa pela energia espantosa que envolve a região, além das diversas cachoeiras, trilhas   e paisagens inesquecíveis, a preservação do meio ambiente e a natureza ainda não tocada e degradada pelo homem, graças ao esforço do IBAMA, entidades ambientalistas, população local e da administração pública local.

Enfim, a Chapada dos Veadeiros, nos antigos ditos esotéricos, predestina-se a ser um berço do novo homem, ou berço de uma nova raça.

Clima
A Chapada possui clima semitropical de suave brisa, com temperatura média entre 21º e 22º C. A melhor época do ano para ir é entre maio e outubro, pois chove menos e a vegetação fica mais exuberante. O verão (outubro a abril) é um período de chuvas torrenciais

Vegetação
A vegetação predominante é o cerrado de altitude - mais antigo que a Floresta Amazônica e a Mata Atlântica - com matas ciliares, veredas com buritis e campos floridos de sempre-vivas, canelas de ema, caliandras, mimosas e outros que, principalmente a partir de janeiro, florescem atingindo seu apogeu em maio.

Relevo
A Chapada dos Veadeiros é um importante divisor e berço de águas. É drenada por afluentes dos Rios Maranhão e Paranã, formadores do Rio Tocantins que, por sua vez, busca ao norte, a Bacia do Rio Amazonas. Constitui-se de superfícies aplainadas (planalto), com assoalhos levemente inclinados, entalhados por veredas e morros.

História e Cultura
Seus primeiros habitantes foram os índios Goyazes. Em 1592 os bandeirantes abriram as primeiras trilhas na região os dizimaram. O nome da chapada faz referência aos caçadores de veado-campeiro. A primeira fazenda instalada em 1750 teve o nome de Veadeiros. Os habitantes contribuem para o clima místico da região. Muitos vieram de outras regiões do Brasil para Alto Paraíso e exercem atividades consideradas alternativas por muitas pessoas, tais como tarologos, astrólogos, terapeutas, além dos guias, que trabalham conduzindo os visitantes pelas trilhas e pelo Parque Nacional.

Entre em contato conosco: (062) 3446-1200

 

Localização

Municípios deste destino
Alto Paraíso de Goiás, Cavalcante, Colinas do Sul, São João d'Aliança, Teresina de Goiás

 

Como chegar

De Carro:
De São Paulo se pega a Anhangüera (SP-330) até a cidade de Uberaba. De lá se segue pela BR-050 até Brasília. Em Brasília vá pela BR-020 no sentido de Sobradinho e Planaltina de Goiás. A partir daí siga a Go-118 até Alto Paraíso de Goiás. Para saber como chegar até a Pousada Rubi clique aqui para ver um pequeno mapa que lhe aponta o caminho.

Do Rio de janeiro segue-se pela Br-040 até Brasília. A partir desse ponto, o caminho é o mesmo de quem vem de São Paulo.

De ônibus:
A primeira opção é pegar na Rodoviária do Plano Piloto - Brasília, um ônibus para Brasilinha, ou Planaltina de Goiás, que sai às 12hs. Este é um ônibus urbano comum, que sai da Rodoviária a cada 15 minutos aproximadamente. Em Brasilinha, pega-se outro ônibus (que sai às 13 hs).

A segunda opção é pegar, na Rodoferroviária de Brasília, o ônibus da Real Expresso que vai para Arraias, passando por Alto Paraíso, saindo às 10:00hs, às 15:00hs e às 19:00hs. A viagem dura 3 horas.


Ou ainda, um ônibus da Empresa Santo Antonio que passe por Alto Paraíso. As opções de linha e horário são:

BRASÍLIA (DF) / SANTA TEREZINHA (GO)
Diariamente às 7:00hs

BRASÍLIA (DF) / CAVALCANTE (GO)
Diariamente às 7:00hs e às 15:00hs

BRASÍLIA (DF) / SÃO JORGE (GO)
Diariamente às 9:30hs

São, em média, três horas de viagem até alto Paraíso e quatro horas até o povoado de São Jorge.

Distâncias das capitais
- São Paulo (SP): 1367 km
- Rio de Janeiro (RJ): 1242 km
- Belo Horizonte (MG): 944 km
- Brasília (DF): 230 km
- Salvador (BA): 1687 km
- Porto Alegre (RS): 2341 km

Aeroporto mais próximo
Brasília

 

Atrações

Confira abaixo as principais atrações da Chapada dos Veadeiros:

Cachoeira do Rio Preto
Com uma altura de 80 m, seu acesso é feito através de uma caminhada de aproximadamente 50 minutos (6 km) partindo da Vila de São Jorge pelo cerrado. Há um lago bom para nado na base da cachoeira. Na volta, a subida exige um esforço maior.

Canyon 2 e Cariocas
O acesso é feito através de uma caminhada leve de, aproximadamente, 45 minutos, atravessando alguns riachos. No caminho, é possível observar a beleza das flores do cerrado. O Canyon 2 é um estreitamento do Rio Preto que forma uma cachoeira belíssima. Um pouco mais à frente, encontra-se a Cachoeira das Cariocas onde é possível nadar, aproveitar duchas variadas e hidromassagens naturais.

Canyon 1
Partindo do Canyon 2, chega-se ao Canyon 1 por dentro do rio que forma belíssimas piscinas nos meses de maio a outubro. Rio acima encontram-se belos paredões de pedra.

Cachoeira Almécegas
A partir da entrada de São Bento, são 4 km de carro até Serra Almécegas. A trilha pelas escarpas e o campo úmido até o campo de Almécegas 1 tem 700 m. Para descer à base da cachoeira, com 60 m de altura e 30 m de largura, caminha-se 700 m em declive. A Almécegas 2, que tem 15 m de altura, pode ser alcançada de carro.

Cachoeira São Bento
A Cachoeira São Bento é ponto certo de visitação para quem vem a Alto Paraíso. Com um grande e límpido poço de águas cristalinas é extremamente convidativo ao mergulho. O acesso é fácil e prazeroso, principalmente se for utilizada a Trilha Ecológica, com uma estrutura toda em madeira que adentra pela mata, proporcionando um passeio tranqüilo e inesquecível. Mas também há um caminho mais curto para quem já conhece ou quer chegar ainda mais rápido. É fácil, fácil.

Vale da Lua
A caminhada de 6 km começa em trecho de mata ciliar até São Miguel. Depois a trilha alcança a margem do rio São Miguel. O Vale da Lua é um conjunto de rochas acinzentadas esculpidas pelas águas. As crateras formadas ali parecem lunares e o rio cria poços de água cristalina.

Parque Solarium
A caminhada, no povoado de Moinho, leva à cachoeira dos Arcanjos (10 m) e dos Anjos (7 m), formadas pelo rio Pretinho. O trajeto apresenta declives em alguns trechos, mas a trilha é bem demarcada.

Poço Encantado
Praia de areia com piscina natural de 25 m de extensão e área de lazer.O acesso se dá pela rodovia estadual GO-118.

Cachoeira da Água Fria
Além de uma visão de todo Vale dos Orfãos, nesse local também se encontra uma antiga mina de extração de cristal. A prática do rapel é uma ótima pedida tanto para iniciantes quanto para mais experientes.

 

Dicas Gerais

O que levar
Agasalhos, bota de trekking já amaciada ou par de tênis confortável, calças compridas, capa de chuva (principalmente se você for entre outubro e março), chapéu ou boné, filtro solar, lanterna, mochila, roupas leves para as caminhadas, sacos plásticos para depositar lixo durante as caminhadas.

Dicas Especiais
Venha com dinheiro ou talões de cheque suficientes para seus gastos, pois só há caixa eletrônico do Banco do Brasil, em Alto Paraíso, e caixa eletrônico do Banco Itaú, em São João D’Aliança.

Preservação do Meio Ambiente
Preservar o meio ambiente é fundamental para a existência do ecoturismo. Veja abaixo algumas dicas para você fazer a sua parte.

O uso dos caminhos

  1. Sair em grupos pequenos. Os grupos grandes geram maior impacto que vários pequenos separados entre si.
  2. Caminhar em fila sem sair do caminho. Caminhar disperso usando a borda do caminho, aumenta a erosão.
  3. Evitar caminhar sobre solo molhado. O solo carregado de água é mais suscetível à deterioração.
  4. Não caminhar com mascotes como cães ou gatos. Eles podem alterar a fauna local.
  5. Manter baixo o nível de ruído. Os ruídos estranhos, alteram o comportamento da fauna e atrapalham pedidos de socorro. Melhore a qualidade da sua experiência na natureza.
  6. Não cortar caminho nas curvas de nível. Andar por linhas de máxima pendente produz um alto grau de erosão do solo.
  7. Fazer os descansos fora da picada e em lugares com pouca vegetação. Fazer os descansos sobre a picada obriga a outros caminhantes, a sair da mesma para passar pelo lugar.
  8. Traga todo o lixo produzido de volta, separando e destinando a um lugar onde possa ser reciclado.
  9. Em hipótese alguma abra novos caminhos, dê o direito ao próximo de estar em um local sem interferência. Todos os cumes da serra já foram subidos, não seja apenas mais um, mas sim aquele que foi gostou e não causou impacto. NÃO CORTE A VEGETAÇÃO

Em zonas de acampamento

  1. Acampar em lugares permitidos e em zonas livres muito freqüentadas, em lugares bem compactados.
  2. Em lugares pouco freqüentados só acampar em locais livres de vegetação.
  3. Nunca acampar em lugares ligeiramente compactados.
  4. Sempre que possível faça bivaque.
  5. Usar fogareiro em lugar de fogo.
  6. Eleger um lugar suficientemente grande para o grupo.
  7. Não construir estruturas de nenhum tipo.
  8. Em zonas de acampamento usar calçado de sola macia como sapatilhas ou alpargatas.
  9. Evitar o pisoteio de vegetação.
  10. Lavar panelas, pratos e roupas somente com sabão branco e longe dos córregos de água, utilizando um recipiente.
  11. Usar os banheiros se existirem, na falta, ir ao banheiro a mais de 50 metros dos cursos de água e enterrar os dejetos pelo menos um palmo.

Em zonas onde não existam picadas

  1. Dispersar as atividades e não caminhar em fila. Caminhar em fila onde não existe picada, deteriora o solo.
  2. Eleger zonas de superfícies duráveis, como rocha, cascalho ou cursos de rios.
  3. Eleger as zonas de acampamento em locais duráveis, livres de vegetação.
  4. Dispersar as atividades quando se acampa.
  5. Eliminar todas as evidências de acampamento antes de deixar o local